Terça-feira, Dezembro 08, 2009

Não seria "provoca"???

Eu to sem tempo de atualizar o brog com o que eu preciso dizer... mas pra colocar isso eu tive que parar um pouquinho com tudo aqui...

Ah, e que fique bem claro que este post não significa que eu não tenha ficado consternada com o fato, em si. Embora em todos os anos este caos público brasileiro se repita nesta época, eu ainda fico indignada - sim, a palavra é esta - com a situação à qual cada cidadão é imposto. Este post não muda a realidade. E a realidade não muda o erro do repórter.

Segunda-feira, Dezembro 07, 2009

Segunda-feira

Querido diário,
Eu prometi não passar aqui no fim de semana. E nem foi difícil cumprir a promessa...
Os dias de sábado e domingo foram tão cheios, que mal deu pra pensar em parar tudo pra vir contar as novidades. E bem que eu queria ter feito isso.
Acabei ficando pela cidade mesmo, com direito a acidente de carro no sábado à noite e susto enorrrme. Mas passou e nem aconteceu nada.
Ontem foi aniversário de casamento da Birinha e almoço pra comemorar. Booooom.....
À tarde, como todos as outras pessoas do país, todos os jogos do Campeonato Brasileiro. E a pior parte é suportar as comemorações dos Flamenguistas...
Mais uma vez eu constatei que... ah, deixa pra lá.
À noite, nada demais. Além do culto na igreja, jantar na casa de vovoginha com outro carro. Sim, porque aquele vai demorar pra ser consertado e ficar pronto pra outra.
Hoje o dia começou cedo. Problemas com a nova apresentação do Orçamento Participativo, com o eletricista que nunca mais veio instalar o ar condicionado da sala e um monte de gente me enchendo a paciência por um monte de coisa nada a ver. E ainda a notícia da morte do Souza Machado. Caramba! Muito para uma manhã só...
Ah, mas tem notícia boa também. Aliás, muito boa!
Os dias de trabalho do ano de 2009 se encerram no dia 22 de dezembro. No dia 23 tem a festa do servidor. E depois dissso, trabalho sério de novo, só em 4 de janeiro.

Um dia triste

A notícia chegou logo cedo. E com ela, um nó na garganta. Uma vontade de chorar, de dizer que não, isso não é verdade. Pelo menos não pode ser. Não agora. É muito cedo, ainda. Ele é um cara muito novo... com filho pequeno, profissão linda, garra admirável, sorriso perfeito e uma vontade de viver como poucos...
Quando eu vim de Brasília, o Souza Machado era Tenente da PM. Agora, já estava com a patente de Capitão. Foram muitas ocorrências, muitos amigos em comum, muita coisa boa...
Hoje eu soube que ele morreu num acidente de moto. Foi há alguns dias e ele chegou a ficar hospitalizado, mas não sobreviveu.
Ta difícil de acreditar...
O dia hoje amanheceu mais cinza. Está tudo sentindo falta daquele homem.

Sexta-feira, Dezembro 04, 2009

Sexta-feira

Hoje é sexta-feira. Lembro-me que na semana passada eu queria que a sexta-feira fosse a dessa semana. Graças a Deus hoje é sexta-feira dessa semana e não da semana passada. Ufa! Nada foi tão bom este ano quanto o fim de novembro.
Bem, mas deixando de lenga-lenga, vim mesmo falar da beleza deste dia chuvoso. Está belo, de tão chuvoso.
O dia já começou cedo. E bota cedo naquilo... só eu sei a hora em que os telefones começaram a tocar, pra me deixar ciente da situação de Quatis por causa da chuva. Desde as 5 da manhã que eu to ligadona.
Em Quatis, a pauta do dia foi a chuva de ontem. E a de hoje, que ta brava.
Mas a melhor parte da sexta-feira é ela, em si. E o fim de semana que ta chegando.
Ainda não tracei os planos para o sábado e domingo. Cheguei até a cogitar algumas belas possibilidades como ir ver o Júnior em New Iguaçu, ir a uma cachoeira - se o tempo estivesse firme - em Mauá, ir assistir ao jogo do Flamengo no Maracana (e essa, graças a Deus foi logo descartada, porque, de todas, era a pior), ir lá na Jamaican e no Gustavo e curtir uma praia (se o tempo também firmasse, ÓVIO), jogar paintball em Quatis com o Marcelo e a Ju ou ir a Angra, também com o Marcelo e a Ju (e olha que pra este nem teria que ter tempo firme, já que praia não seria nossa prioridade) e, se fosse na sexta passada, ir a Morro Azul ver a Mônica seria outra possiblidade, mas já fiz isso no último fim de semana de novembro.
O caso é que, diante de tantas possibilidades, acabei não me decidindo por nada. Ainda estou aguardando meu espírito de Libriana adormecer para, só então, eu decidir pelo que fazer.
A única coisa que eu tenho a mais absoluta certeza é de que não vou conseguir paciência nem saco nem vontade nem o menor ânimo de entrar na internet. Isso significa, de antemão, que não vou atualizar o brog. Gente... haja coragem pra usar a internet também aos finais de semana... pra mim, bastam segunda, terça, quarta, quinta e sexta-feira (HOJE!!! Uhull!!!).
Então, volto na segunda. E volto messssmo. Este é meu único plano.

O que é uma coisa?

É. Definitivamente essa é a pergunta que não quer calar.
Pra começo de conversa, uma coisa só é uma coisa, se a pessoa que se referir à coisa, complementar o "gênero" da coisa. Ou se a pessoa com quem se fala entender a que coisa é a referência.
Uma coisa pode ser tudo. E pode ser nada.
Coisa pode ser de comer: "To com vontade de comer uma coisa" (eu digo isso, sem saber a que, exatamente, se refere 'a coisa'). Ou de beber: "Preciso beber uma coisa", que pode ser refrigerante, água ou, em muitos casos, cachaça e afins.
Coisa pode ser um artefato. De guerra, de paz, de normalidade ou um artefato qualquer.
Coisa pode ser um objeto. Muitas vezes em falta: "Ta faltando alguma coisa nesta estante". E pode ser produto de furto. "Ta faltando uma coisa aqui", que pode, inclusive, ser dinheiro.
Uma coisa pode ser um sentimento. "Você ta sentindo uma coisa por ele sim". E bom.
Mas pode ser um sentimento ruim também. "Quando você faz isso eu sinto uma coisa...".
Uma coisa pode ser um monstro do filme. "A Coisa", lembra?
E se a coisa for uma pessoa. É, porque pode ser uma pessoa, sim. "Cadê aquela coisa?", se referindo, normalmente, a alguém muito, mas muito piorado mesmo.
A coisa também pode ser qualquer outra coisa. Ta vendo? Olha a coisa aqui, sendo coisa.
E se for novidade? "Tenho uma coisa pra te contar?"... todo mundo fala e ouve isso todos os dias. Ou quase.
Coisa pode ser roupa, sapato, mobília, chatice. Pode ser som bom ou som ruim.
Ah, pode ser um endereço - eletrônico ou real - feio, difícil... "não consigo achar essa coisa".
E pode ser mais tudo. Ou nada. Uma coisa, simplesmente.

Quarta-feira, Dezembro 02, 2009

Como assim?

Nunca mais achei o boleto do mês de novembro da minha internet móvel... nunca mais consegui pagar.
To vendo que daqui a pouco, nunca mais eu vou acessar a internet... sim, porque se eu nunca mais paguei, nunca mais vão me deixar usar o serviço.

Morre o dono da voz mais famosa do Brasil*

O locutor Luiz Lombardi Netto morreu aos 69 anos na manhã desta quarta-feira (2), em Santo André, cidade do ABC paulista. Uma das vozes mais famosas da TV, ele era funcionário do SBT e o mais antigo companheiro de trabalho do dono e apresentador da emissora, Silvio Santos.
Em entrevista ao programa matutino Hoje em Dia, da Rede Record, o irmão do locutor Reinaldo Lombardi contou que na noite anterior ele estava normal, gozando de saúde perfeita e não sofria de nenhuma doença que pudesse provocar sua morte repentina.
Ainda segundo Reinaldo, Lombardi não se levantou para trabalhar. Quando a empregada da casa foi chamá-lo e percebeu que estava morto.


A polícia e os agentes do Instituto Médico Legal do Estado de São Paulo foram à residência do locutor apurar a causa de sua morte, para a liberação do corpo. Por causa disso, ainda não foram definidos os detalhes do velório e sepultamento.
Misterioso (sua identidade era preservada pelo SBT), o parceiro profissional mais assíduo do apresentador Silvio Santos nasceu no bairro paulistano do Bexiga, em 1940. Torcedor convicto do Palmeiras, ele já trabalhava com Silvio havia mais de 40 anos. A sintonia era tão grande que o dono do SBT não gravava nada se Lombardi não estivesse presente nos estúdios.
No episódio da ida do apresentador para a TV Globo, quando deixou a TV Paulista, Silvio teria prometido transformar Lombardi no locutor mais famoso do Brasil. Promessa realizada.


*Fonte: Portal Terra

“Tudo o que eu quero é enfrentar Roriz nas urnas”

Li essa entrevista do Arruda ao Jornal Correio Braziliense. É tanta informação truncada, é história com tantas pontas, que dá até vontade de rir...

Como sempre e não poderia deixar de ser, a entrevista foi extremamente bem conduzida. Coloquei só um trecho aqui e quem quiser ler a íntegra, é só clicar aqui.

Ah, em tempo... eu acompanhei em Brasília a época toda de Arruda pedindo perdão à população pela violação do painel do Senado, crime do qual ele foi acusado, junto com o então - vivo - senador Antônio Carlos Magalhães, estive presente no Senado quando ele discursou para a renúncia e estive perto também quando da campanha de 2006 para o Governo do Distrito Federal. E agora, mais essa... será que tem mais arrependimento?

Depois de tudo o que veio à tona, a operação da Polícia Federal, as acusações de corrupção e os vídeos, o senhor enxerga uma saída?

O problema é grave e ele tem que ser compreendido em três frentes distintas. A jurídica, a política e a mídia. Na questão jurídica, os meus advogados, Dr. Gerardo Grossi, Nabor Bulhões e (José Eduardo) Alckmin me tranquilizaram muito. Não há nos autos, ao que se conhece até agora, nada que possa me incriminar. Nenhuma ação minha que possa ser entendida como dolosa. Há duas questões fundamentais atribuídas a mim: na época do Natal de 2004 ou de 2005, aí eu não me recordo bem, houve a gravação dele (Durval) me entregando dinheiro.

Como explicar o vídeo em que o senhor aparece recebendo dinheiro do seu ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa?

Todo final de ano, eu faço programas sociais, visito creches, asilos, as periferias das cidades, levo cestas básicas, panetones, o que virou piada até, mas eu faço isso. E vários empresários doam também, o Carrefour doa, pessoas físicas e jurídicas. Ele me fez nesse dia uma doação de livre e espontânea vontade. Não fez apenas naquele ano, fez em outros anos também.

Por que gravou?

Não sei. Já com alguma má fé naquela época, talvez. Mais tarde fui alertado desses problemas, fiz um registro oficial ao Tribunal Regional Eleitoral não apenas com a doação dele, mas com a doação de todos aqueles que durante 10 anos de uma maneira ou de outra contribuíram nas minhas campanha sociais. Entendem os meus advogados que, embora a imagem seja forte, horrível, de qualquer maneira juridicamente eu estou coberto.

Numa escuta da PF, o senhor fala sobre dinheiro. Como explicar esse tipo de conversa?

No diálogo, eu não o (Durval) via há muito tempo e ele foi propor uma ajuda de R$ 1 milhão de um empresário amigo dele para a minha campanha. Eu disse que a minha campanha só seria no próximo ano, que não era hora ainda de buscar recursos, mas sugeri que ele ajudasse então aliados que já estão trabalhando politicamente e que insistentemente vinham pedindo apoio. Esta conversa está muito truncada, porque eu me lembro, por exemplo, que uma hora a gente falava de empregos, que um determinado deputado indicou 15 pessoas no governo e depois pediu mais 15 cargos e eu não dei. Mas isso foi misturado com a hora que se fala de recursos. Depois, consta dos autos que este aparelho de gravação teria dado um suposto defeito de aquecimento e que teria inclusive desconfigurado os dados. Os meus advogados acham isso muito esquisito. Será que ele não foi lá para me entregar uma mala de dinheiro e me pegar no flagrante? E se eu tivesse recebido, será que o aparelho teria falhado também?

Mas ele estava com uma mala de dinheiro?

Não. Mas ele estava com uma bolsa, uma pasta. Aliás, ele só anda com esta pasta. Mas vamos admitir a hipótese que eu tivesse feito uma coisa errada. Já que ele estava com os equipamentos da Polícia Federal poderiam ter me autuado. Outras horas eu admito que efetivamente sugeri a ele que já que o empresário queria ajudá-lo, que ajudasse campanha de aliados. Mas o que importa é que eu não recebi. Essas são as duas questões que efetivamente me atingiriam. E nessas duas questões eu estou muito tranquilo. Uma terceira questão que paradoxalmente me tranquiliza é que eu fiquei livre, livre de uma pessoa que com essas atitudes demonstra o seu caráter, que efetivamente me ajudou na campanha, fez acordos políticos importantes, foi um interlocutor interessante, porque eu não ganhei a campanha contra o Roriz, eu ganhei por dentro, então várias pessoas que eram do governo Roriz vieram me ajudar. Algumas pessoas maravilhosas, outras infelizmente com esse padrão de comportamento.

Uma coisa que chama a atenção é essa paradoxal relação com o Durval. Sempre se escutou que o Durval chantageava o governo, chantageava pessoas próximas ao senhor. Por que mantê-lo tão próximo, tão perto?

Primeiro, ele sempre foi muito distante. Durante os três anos de governo, eu o encontrei nas reuniões maiores e poucas vezes. Não era uma pessoa próxima a mim. Segundo lugar, quando eu ganhei a eleição, durante oito anos, ele foi presidente da Codeplan no governo Roriz, ele era gestor de um orçamento de R$ 500 milhões por ano em informática. Quando eu ganhei a eleição, ele queria continuar presidente da Codeplan. E aí, eu já informado que ele tinha processos em relação a ações no governo anterior, não permiti que ele fosse presidente da Codeplan. Atendendo às ótimas relações políticas que ele tinha, permiti que ele continuasse no governo, mas em uma área burocrática, sem orçamento, sem nada. Creio que começa aí essa raiva dele contra a gente.

Mas o fato de o senhor ter mantido o Durval na Secretaria de Relações Institucionais garantiu a ele o foro especial, que para ele era muito importante, porque ele tinha muitos processos. Isso não foi uma ajuda que o senhor deu para ele?

Eu não sei te dizer se foi ou se deixou de ser. O que eu sei é que tirei ele da Codeplan. E o que eu sei é que diminuí de R$ 500 milhões por ano para R$ 200 milhões por ano os gastos com informática. Eu diminuí R$ 300 milhões com essa área. Muitas empresas que faturavam R$ 30, 40 milhões por mês, hoje faturam zero. Outras que chegaram a faturar R$ 240 milhões por ano, caíram para 50, 60 (milhões). Todas essas empresas, sabe-se agora, eram ligadas a ele. Será que estão satisfeitas comigo? Será que ele ficou satisfeito de perder o poder que tinha na Codeplan e o poder de manipulação sobre as empresas de informática? Há uma questão-chave aí: sabe-se hoje que este senhor responde a 32 processos por atos eventualmente incorretos na área de informática. Não há um só desses processos que tenha sido no meu governo. Todos eles se referem aos oito anos do governo Roriz.

Governador, mas o motivo de o senhor ter mantido o Durval no governo foi uma chantagem de que ele divulgaria esse filme?

Nunca. Comigo sempre foi elegante e cordial e agora, há pouco tempo, quando alguém me disse que aumentaram os boatos e alguém me disse que ele teria exibido uma fita onde ele me entregou o dinheiro, eu o chamei e tive uma conversa com ele muito clara: ‘Dr. Durval, estão dizendo que o senhor gravou no Natal de não sei quando, quando o senhor me deu aquela ajuda para as ações sociais de final de ano. Eu não sei se é verdade ou não é verdade. Não quero discutir isso com o senhor. Até porque essa ação de gravar os outros é tão feia, tão sórdida que não quero nem te perguntar. Eu quero saber o seguinte, todos os outros que me doaram, estão aqui os recibos’. Mostrei pra ele os 100 recibos que tinha.

Terça-feira, Dezembro 01, 2009

A barriga da Sandra

E ta crescendo... e tem gente ficando gorda... de um tanto que Deus me livre! rsrsrs
Brincadeira com a Sandra...
A barriga ta crescendo sim, mas que fique bem claro que é só a barriga. Mesmo. O que significa, aliás, que só quem ta crescendo é a Mell. Ou quem quer que seja.



Esta é a segunda da série. A primeira pode ser vista aqui.

O começo do mês mais esperado

Sim... este foi o mês mais esperado do ano. Pra mim, foi, com toda a certeza deste mundo. Não que eu tenha vivido todos os meses anteriores a este sofrendo e pedindo pelo amor de Deus para que dezembro chegasse logo. O caso é que só a intensidade vivida em novembro valeu pelos outros meses todos do ano. Por isso eu digo, sim, que com toda a certeza deste mundo, o mês de dezembro foi sim, o mais esperado do anoo
E hoje ainda é o primeiro dia deste mês! Deus, como estou feliz por isso!
Hoje tudo começou diferente. O dia estava nublado. E seco. E quente. E eu, extremamente feliz.
Precisei fazer um monte de coisas antes de ir para o trabalho. Todas as coisas que são sempre chatas de resolver, hoje eu as fiz com todo o prazer que pode haver no mundo. Com toda a felicidade possível e imaginável.
A tarde vai ser cheia. Tem muita coisa pra fazer, sala pra organizar, ar-condicionado pra esperar (sim, finalmente nasceu um fio de esperança dentro de mim, de que não vai morrer ninguém na Comunicação neste verão), problemas causados pela chuva de ontem pra divulgar (com soluções, claro), reunião de avaliação do mês de novembro (uhulll!) mais tarde, contas a pagar (e olha que isso significa fila de banco pra enfrentar) e mais uma pá de coisas.
E alguém pensa que há, aqui, algum ser humano triste ou chateado ou reclamando ou sequer preocupado com a chuva que ta armando no céu, está enganado! Eu estou feliz, agradecendo a Deus, trabalhando, programando a tarde, vivendo intensamente cada segundo.
Afinal, novembro acabou! Até ontem eu tava dando um dedo pelo dia de hoje.

Sexta-feira, Novembro 27, 2009

Sexta-feira

Querido diário, hoje é sexta-feira. Pena não ser a da semana que vem.
Sim, o mês de novembro está acabando, mas pelo jeito esses três dias que faltam vão valer por mais três semanas.
Faz uns quatro dias que eu estava oferecendo um dedo pela chegada do dia 1º de dezembro. Hoje, to oferecendo as duas mãos, os dois pés e até a cabeça...
Ta sendo corrido no trabalho. Muitos eventos, muita coisa pra organizar, muita gente pra gerenciar e, o que é pior, muita incompetência pra atrapalhar o bom andamento do meu trabalho. Sim, porque eu dependo da competência de diretores de outros departamentos, para que o meu trabalho na Comunicação aconteça.
Hoje o trabalho começou cedo. Foi lançado em Quatis o internato rural, que vai manter 20 estudantes do último ano de Medicina do UniFOA prestando atendimento nas unidades de saúde da cidade.
Depois teve a entrega do espaço onde vai funcionar o Núcleo de Atendimento Jurídico e a nova sala da OAB. E foi difícil fazer este evento acontecer... acho que só eu sei.
Mais tarde tem a Campanha Anti-Tabagismo do Dia Mundial Contra o Câncer. E, como se tanto não bastasse, ainda tem festa pelo 12º aniversário do Grupo da Maior Idade "É Tempo de Viver".
Por enquanto é isso... prometo só passar por aqui de novo em Dezembro.
Se eu sobreviver.

Quarta-feira, Novembro 25, 2009

O dia infernal

Sim, o dia mal começou e já está infernal.
Tão infernal, mas tão infernal...
que eu parei pra pensar e constatei que to, na verdade, de TPM.

Segunda-feira, Novembro 23, 2009

Plural

Sim, estou me referindo aos preços, mas prometo que logo logo venho falar do plural de óculo. To me prometendo isso há dias.

Quinta-feira, Novembro 19, 2009

Não seria "mãos"?


Quarta-feira, Novembro 18, 2009

Somos um país...

Hoje, de novo, eu tava lá, me aprontando pra ir para o trabalho, com a televisão da copa ligada. Aliás, bem lembrado... a televisão tem feito parte constante da minha vida. Preciso rever essa minha necessidade de barulho enquanto me arrumo ou pesquiso coisas na internet ou leio ou durmo ou como ou falo ao telefone.
Eu estava distraida. Pelo menos até ouvir que o Governo ainda não deu explicações - aceitáveis - sobre o apagão da semana passada. Em "explicações" leia-se justificativas. É. De acordo com o que estava dizendo, ta todo mundo ávido por entender as causas de boa parte do país ter ficado às escuras por boa parte da noite.
Depois disso, fiquei pensando no assunto e constatei que eu não me importo nem um pouco com as causas do apagão. Pode ser que o governo se importe, afinal, é formado por homens do governo, mas eu, simples mortal, não quero saber o que causou o problema.
As pessoas podem até pensar e me julgar - mal ou bem, sei lá - e achar que eu to sendo muito pouco preocupada com questões importantes para o país, mas eu não me importo mesmo!
Aliás, muito mais que isso. Acho que, afora o Governo, o Ministério Público, o Operador Nacional do Sistema - que têm que se preocupar por serem quem são e se não se preocupassem não estariam desempenhando bem suas funções - e quem sofreu consequências graves devido ao apagão, ninguém mais precisa, de fato, se preocupar com isso.
E sabe por que? Eu digo. Porque somos um país que tem por princípio não se preocupar com coisas sérias, dessas que abalam as estruturas políticas, sociais, econômicas - ou o que quer que seja - do país.
Somos um país que não se importa em trabalhar - muito - para manter milhões de pessoas improdutivas, por meio de uma bolsa, a que chama bolsa-família. Melhor: somos um país que sequer pensa que trabalha para manter milhões de improdutivos mantidos pelo bolsa-família.
Somos um país sem memória histórica, econômica, cultural e tudo o mais que disser respeito à memória de um povo. Elegemos Collor pro Senado, não sabemos quem é Hildebrando Paschoal nem Jorgina de Freitas. Também não sabemos quem foi Mário Covas.
Não conhecemos livros. Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles ou José de Alencar. E se alguém sabe de Monteiro Lobato é, no máximo, que foi ele quem escreveu o Sítio do Pica-pau amarelo. E, sim, Paulo Coelho todo mundo conhece, mas quem liga?
Sabemos muito mal realizar as quatro operações e ler. Falar então... Deus nos livre. Somos um povo que não sabe falar. Vai ver, porque não lemos.
E tudo isso não é culpa nossa. Nascemos assim, crescemos assim e morreremos assim. Querem que sejamos assim e nos impõem esta forma de ser.
Mas há também partes boas. Somos um povo lindo, que ama a si mesmo e aos outros, que ama o país. Somos um povo que não cansa de ter esperança.
É... mas essa esperança não está em descobrir as causas do apagão, mas em mudar a realidade que nos foi imposta, sem que tivéssemos o direito de questionar.

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

Na televisão, novela

Não gosto de novela. Nunca escondi isso de ninguém. Já até falei isso aqui no brog.
Aí, to em casa agora, fazendo umas pesquisas na internet, com a televisão ligada, tentando me decidir por assistir ao CQC ou ao filme Missão Impossível, que vem logo depois da novela.
Sim, a novela. Enquanto eu to aqui, pesquisando, a novela do Manoel Carlos ta rolando ali. Aliás, bem a cara do Manoel Carlos... alguma outra já pareceu tanto assim com ele?
É, mas isso não vem ao caso.
O que me chamou mesmo a atenção foi a cena entre as personagens de Lilia Cabral e Thais Araújo. A mãe da menina mimada, que nunca soube o preço de se conquistar nada na vida, cobrando da outra uma dívida que, com absoluta certeza, só é dela porque a história está na televisão e não na vida real.
Uma cena emocionante pra boa parte das pessoas que estão assistindo (e acompanhando) a trama, o que não é o meu caso. Ta, mas emocionante é a primeira palavra no dicionário do autor.
Os meus três leitores podem estar se perguntando o que é que me trouxe, então, a escrever sobre isso. E eu respondo (se é que alguém está, de fato se perguntando. É nisso que eu estou me baseando: na curiosidade das pessoas... rs). Respondo, sim.
Não estou julgando a atitude da mãe, que está com a filha recém diagnosticada tetraplética. Absolutamente. E por vários motivos. Dois deles: não sou mãe e nunca passei por nada semelhante com alguém próximo de mim. Sem julgar a atitude dela como mãe (porque não seria capaz), to me referindo à cena mesmo, ao diálogo, ao fato em si.
Pra começo de conversa, pra que aquela cara de sofrimento da Helena? Já não sou tãão fã da Thais Araújo, mas confesso que algumas cenas que vi com ela antes de hoje, me passaram a imagem de uma mulher de fibra, com vontade própria, princípios, firme, que fala o que pensa, que não deixa outra pessoa falar o que quer sem ouvir o que merece.... essas coisas.
Pois hoje eu vi que me enganei no julgamento quanto à personagem. Ela é nada disso. Ela é uma otária, boba, imbecil, pequena, sem personalidade, volúvel e qualquer outra característica ligada a uma 'pessoinha' que venha à sua mente neste momento.
Aonde já se viu, uma pessoa ouvir tudo aquilo, com tamanha arrogância, ironia e ira, e ficar quieta? E eu nem to falando em meter a mão na cara da mãe da menina mimada lá (que, aliás, deveria ter tido a boca tapada, quando soube que ia ficar tetraplégica. Naquele hospital não tem mais nenhum paciente? Ah, não tem não... pelo menos não tem vivo. Os gritos dela mataram todos de susto). To falando em revidar, conversar, falar, discutir e mostrar a mesma firmeza que ela teve com a menina mimada lá no estrangeiro, quando lascou aquele sonoro tapa na cara dela.
A Helena se ajoelhou para pedir perdão pra mãe da menina mimada. Pedir perdão de joelhos! Ah, faça-me o favor, ô garota.
Alguém tinha que ter dito a ela que não há culpados nessa história. Há fatalidades. Há destino, mão de Deus, pagamento de pecados... sei lá. Há alguma coisa que eu não sei, mas que há, há.
Ela até mereceu a bofetada que levou da mãe da menina mimada. Ela deu a face a ela, gente. Ajoelou-se, numa atitude sem explicação, como assumindo a culpa com uma frase do tipo: "Sim, eu poderia ter evitado, mas preferi que sua filha ficasse tetraplética". Ow... cala todo mundo a boca.
Depois de ajoelhar e dizer: "Sim, eu sou Deus e permiti que essa desgraça sobreviesse sobre sua família", ela mereceu o tapa. E mereceu também que a mãe da menina mimada não derramasse nenhuma lágrima e ainda descontasse o casamento. É, porque ela aproveitou pra descontar... rs.
E agora chega. To irritada com essa história.
Deixa eu ver Missão Impossível. Muito melhor que eu faço.

Domingo, Novembro 15, 2009

Domingo

Hoje é Domingo
Pede cachimbo
Cachimbo é de barro
Bate no jarro
O jarro é fino
Bate no sino
O sino é de ouro
Bate no touro
O touro é valente
Bate na gente
A gente é fraco
Cai no buraco
O buraco é fundo
Acabou-se o mundo

Sexta-feira, Novembro 13, 2009

Comidas

Comer é bom. Não... comer é bom demais.
Só que tem coisas que nem são tão boas assim.
É... pensa aí. Rapidinho. Tem coisa que a gente não come de jeito nenhum. Tem aquelas que a gente come porque não tem opção. Tem outras que a gente come porque tem alguém comendo. Há o que a gente come porque tem vontade, não porque gosta. E mais um monte de outros tipos de coisas.
O que é que você não come de jeito nenhuma? Pra você, são coisas ruins. E aquilo que você comeria todos os dias... são as boas. E é aí que entra este post: pra enumerar, pra mim, o que é bom e o que é ruim, sobre comidas.
Pra começo de conversa, doces. Sim, doces. Eles estão na lista dos bons. Exceto os de goiaba e os de marmelo, todos os outros são bons. A qualquer hora do dia ou da noite, não há nada que os tire da lista dos bons. Aliás, da lista dos melhores, posso assegurar.
Strogonoff é bom. Batata frita é bom.
Chuchu é nada. Jiló é ruim. Sanduíche de mortadela é ruim.
Bacalhau é ruim. Camarão é bom. Pizza é melhor ainda. Se for frita, também é bom.
Bife de fígado é horrível. Ovo frito ou cozido ou assado ou cru é horrível.
Bolo é bom. E se for de chocolate, é melhor até com os olhos fechados.
Macarrão é só ruim. Com atum é péssimo.
Salsicha é o pior dos piores. Churrasco é o melhor dos melhores.
Biscoito é ruim. Qualquer que seja ele.
Pão é ruim. Se for pão de queijo, não. Queijo também é bom.
Presunto é ruim. Castanha é bom. Nozes também.
O frango é bom de vez em quando. Empadão é bom sempre. Coxinha não.
Comer é bom, ta vendo? Se não for um desses da categoria dos ruins... é bom mesmo.

Quinta-feira, Novembro 12, 2009

Gerundismo

Alguém aí está gostando deste título? Ah, pode ir parando! Não está dando tempo ainda... eu estou começando a estar escrevendo... (aff... essa ta lascando!).
Pois muito bem. Tem coisa pior que estar ouvindo esse sonzinho característico do finzinho do tempo verbal? Caraca... na língua portuguesa, poucas coisas soam tão mal assim. Pelo menos pra mim.
E os meus três leitores podem estar se perguntando o que é que está me fazendo escrever sobre isso... e eu estarei respondendo: ontem eu estava assistindo a uma entrevista de alguém do marketing de uma empresa, que disse, em apenas uma frase, quatro dessas pérolas.
Obviamente, agora eu não vou estar me lembrando do que ela esteve dizendo, mas... deve ter sido algo assim: "é bom que todos estejam vindo e estejam participando, porque o evento estará sendo um sucesso. E eu estou garantindo, podem estar acreditando na palavra que eu estou dando, pra esse repórter que está me entrevistando".
Não, gente... não foi isso o que ela disse. Eu é que fui me empolgando e quando estive percebendo, já estava passando do limite...E, agora, sem tanto gerundismo... vou estar continuando o que estive raciocinando antes de estar escrevendo e postando...

É comum a gente ouvir gerundismos por aí. E atenção, porque eu não estou dizendo, com isso, que o 'feio', ou 'estranho' ou seja lá o que for, o gerúndio, em si. Absolutamente. O gerúndio é um tempo verbal, perfeitamente aceitável pela Língua Portuguesa. O que o faz doer nos ouvidos é exatamente a banalização. E não é banalização naquele sentido de todo mundo falar, sem dar importância ao significado, mas a banalização no sentido de que um tempo verbal, importante com o Gerúndio, ter se transformado nisso que a gente escuta aí pelas ruas. E pelos escritórios. E pelos telefonemas. E pelos ônibus. E pelas redações. E pela televisão. E pelas conversas com amigos. E por mais um monte de lugares por aí.
O Gerúndio virou um vício de linguagem. E que o digam operadores de telemarketing, que viraram exemplos pra todo mundo que precisa falar no assunto.
Eu sempre encho a paciência de quem está perto de mim sempre e de vez em quando fala que vai estar ligando, ou vai estar retornando e, em caso de jornalistas, vai estar apurando, vai estar escrevendo... essas coisas.
Pra que dizer que vai estar ligando, em vez de dizer que vai ligar. "Vou te ligar" soa muito melhor que "Vou estar te ligando". É fácil perceber por quê. É só ler em voz alta e constatar. Experimenta, vai: "Quero estar te encontrando, pra gente estar conversando", e: "Quero te ligar pra gente conversar". Viu só? É simples... e a diferença é notável.
Alguém aí tem coragem de estar discordando? Eu to duvidando...

Quarta-feira, Novembro 11, 2009

Tudo no escuro

Sim, assim o povo foi dormir ontem.
Tava tudo apagado. A iluminação nas casas, só velas. No céu, pelo menos aqui na cidade, a iluminação que a liberação de gases tóxicos da CSN provocou: parecia aurora boreal, só que sem aquelas cores doidas.... rs.
Isso não seria muita coisa, até porque tava todo mundo achando que o apagão era só aqui. É. Cada um dos moradores dos quase mil bairros que ficaram sem energia elétrica, tava pensando que só tinha problemas em sua cidade. Consequência de qualquer coisa... isso acontece de vez em quando.
Tudo só tomou proporções graves logo que o dia clareou. Aí, sim, telejornais do país todo fizeram público o fato de que a situação, na verdade, foi muito mais séria. Sim, porque os jornais eu só leria mais tarde. Pra mim, foi aí que se tornou público (porque os telefonemas do Devan e do Marcelo de madrugada não fizeram jus à proporção do fato).
Ta. E foi nessa hora - a dos telejornais - que eu me diverti.
Parecia piada. Todos eles entrevistando especialistas em energia elétrica, economistas, testemunhas, gentes que ficaram pelas ruas sem transporte coletivo e tudo mais.
A diversão veio mesmo, com os flashs ao vivo, durante a programação das emissoras. Teve cada pérola...
Algumas delas, mais sérias, daquelas que faz a gente ter vontade de dar um telefonema e avisar que a coisa não é bem assim....
Uma delas foi dita por uma apresentadora da Rede Globo. "Milhões de brasileiros são pegos de surpresa com o apagão". Ta. Mas que apagão avisa antes que ta chegando?
O prefeito de Itaverá que não quis se pronunciar. É, alguém lembre ao assessor de imprensa dele que isso não deve ocorrer... ainda mais no meio de uma crise. Ah, eu lembrando da Pós aí.
Um economista, especialista em alguma área relacionada à energia elétrica - ou produção, distribuição... sei lá - aproveitou a oportunidade em rede nacional para falar mal do Governo Federal. Sério... não dava pra acreditar.
Lá pelas 2 da tarde, uma pergunta feita a um repórter em Brasília, que parecia piada: "Afinal de contas, o que foi que aconteceu?". Gente... às 11 da manhã a assessoria de imprensa da Usina de Itaipu já tinha, finalmente, falado o que havia acontecido.

Emissora de TV emprestando gerador para manter criança viva em encubadora...
Tudo bem a cara do país, da nossa organização, da nossa realidade. Do Jornalismo aos fatos.
O dia foi todo de diversão na TV.
Foi uma piada constante... aliás, ainda ta sendo.

Acho até que o apagão foi na inteligência de algumas gentes!

Desprezo à burrice!

Terça-feira, Novembro 10, 2009

Thata

E hoje? Outro dia de registrar aqui desejos.
Desejos de felicidades eternas.
Desejos de coisas boas.
Desejos de amigos. Muitos. Amores. Eternos.
Desejos de crianças. Elas são sempre sinceras.
Desejos de velhos. Os mais experientes.
Desejos de sóis. Que clareiem infinitamente seu caminhar.
Desejos de luas. Que romantizem todas as noites da sua vida.
Desejos de chuvas. Gotas que lavem e levem.
Desejos de gargalhadas. Daquelas nossas... que ecoem por todos os ouvidos possíveis. E despertem curiosidades e outros sorrisos.
Desejos de choros. Eles sempre nos renovam.
Desejos de viagens. As mais lindas.
Desejos de conversas. On line ou ao vivo e em cores. Conversas são ótimas, sempre.
Desejos de estudos, de trabalhos, de videos, fotos e inteligência.
Desejos de beijos, de abraços, afagos. Carinhos, brigadeiros e óculos escuros.
Desejos de noitadas regadas a vodka, praia regada a cerveja gelada e festas regadas a companhias agradáveis.
Desejos de cinema com pipoca e Bis, lanches extremamente calóricos e Coca Light, e caronas de madrugada para casa.
Desejos de noites de sono, de noites de insônia, de noites pensativas, de noites de aconchego, de noites de desabafo e de noites de confidências.
Desejos de tudo. Tudo. Tudo de melhor: histórias, experiências. Matérias, VTs, textos.
Desejos de Alvos alcançados. Pra sempre.
E todos, desejos pra uma pessoa só: Thaissa. Minha querida amiga do coração.
Thaissa. Sim, ela mesma.
Que ta de aniversário hoje.
Desejo de anos de vida, de anos felizes, de anos amados, de anos divididos. Com todos nós.
E que venha logo o dia dos 30... falta pouco!

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

Segunda da Mary

Dia lindo, hoje. O céu está belo. O sol radiante, as flores se abriram logo cedo.
Os passarinhos estão cantando mais, desde que o dia amanheceu.
E as crianças? Andam pelas ruas sorrindo...
Cães e gatos vagabundos estão rebolando hoje, mais que ontem.
As velhinhas acordaram com uma vontade enorme de cantar a beleza da vida.
Os velhinhos andam assobiando pelas ruas as mais belas canções.
Se chover hoje, será porque os pingos fizeram questão absoluta de virem à terra.
E se não chover, será porque eles também fizeram questão. De não aborrecer a ninguém.
A brisa de todo o dia está soprando apenas pra balançar cabelos pelas ruas afora.
Tudo isso porque o dia de hoje tem que ser assim.
Simplesmente porque é o dia em que, pouco mais de 3 décadas atrás, Deus trazia ao mundo a Marilene.
A querida Marilene que depois de grande virou Mary. E depois de um pouquinho 'mais grande' (ou mais velha, já que até hoje ela nunca mais ficou grande), ela virou minha fotógrafa na prefeitura de Quatis.
Sim, desde então, formamos uma dupla perfeita. Em todos os sentidos... somos amigas, somos parceiras. É questão pessoal. A gente se deu bem de cara. E é também questão profissional. A gente se deu bem de cara.
Mary é daquelas que a gente quer estar perto.
Mary é daquelas que a gente quer saber como está. Se está bem, a gente fica bem. Se está mal, é como fosse com um de nós. Ficamos mal também.
É exatamente assim.

Das pessoas que queremos ver feliz sempre. Que queremos ver sorrindo, cantando, falando coisas divertidas, se divertindo com os erros dos outros...
Levando a vida numa boa. Encarando o trabalho com a seriedade que ele exige, mas como fosse ele mais que isso. Ou menos: uma mera diversão.
É por isso que nos damos bem. Eu com esse meu jeito. Ela com esse meu jeito. Somos assim.
E não há mais o que se precise dizer pra explicar o motivo de tão especial dia de hoje.
É porque é o dia dela. E o dia de todos a cumprimentarmos.
E pedir a Deus que a mantenha assim. Desse jeito. E sempre perto de nós...

Domingo, Novembro 08, 2009

Domingão

Querido Diário
Que dia lindo que ta fazendo lá fora hoje... caramba!
Aliás, essa semana foi toda de dias lindos, com sol quente, céu azul e sem nuvens... legítimos dias de verão. Antes do verão, é claro. Ainda faltam meses para a estação chegar oficialmente.
Dormi mal essa noite... faz muito calor aqui.
Vou ficar sem fazer nada o dia todo. Preciso descansar. Essa semana vai acontecer... muitos eventos...
Acho que vou ver um filme, colocar uns textos em dia, umas anotações...
Almoço com papaiginho e mamãeginha, blog em dia, sorvete...
Ai, ai...

Sábado, Novembro 07, 2009

Tudo, menos esperar

Sim. O título deste post define exatamente o meu sentimento quanto a isso.
Eu prefiro tudo nessa vida a esperar.
Atrasos não fazem parte do meu dicionário. Infelizmente, porém, parece que fazem parte do vocabulário, do dicionário, do dia a dia, da rotina, dos costumes e dos vícios das pessoas com as quais eu marco alguma coisa.
É inacreditável... parece piada. Se eu estiver no meio... é atraso na certa.
Dia desses eu quase desisti de um compromisso importante.
"Já to chegando", disse a pessoa com a qual eu tinha marcado, quando eu liguei pra falar que ela já estava 15 minutos atrasada.
Abram todas as bocas neste momento, de pasmas! A pessoa, depois desse telefonema, demorou 50 minutos para chegar. Sim, outros 50 minutos, além dos 15 que ela já tinha se atrasado.
Não, não dá pra acreditar. E não dá mesmo.
"E eu fiquei brava... mas brava de um tanto....
Tenho uma amiga querida que é mestre pra fazer isso comigo. Aliás, não sei se é comigo ou com todo mundo... o caso é que ela faz. E faz com prazer.
Outro dia, ela fez isso. E pro azar da humanidade, eu tava de TPM... ow... tive que pedir desculpas pra ela (três dias depois, claro).
De vez em quando o Devan faz isso. E olha... ele sofre com as consequências. Se eu to de TPM, como quando com a Gigi (ops! Falei que foi com ela o episódio do atraso... rs), eu choro, esperneio e só me acalmo três dias depois (praxe de prazo, como podem perceber).
Puxa... nem é tão difícil me manter calma. Se marcamos às 19 horas, não pode ser difícil chegar Às 19 horas. Sim, foi marcado...
"Ah, mas aconteceu um imprevisto".
Claro, ninguém está livre disso. E, a não ser que o imprevisto inclua pane em todos os telefones da face da terra, não custa telefonar e dizer que houve um problema.
"Só vou chegar às 23 horas".
Ótimo. Mas me avise, pelo amor de Deus. Mesmo que o atraso seja de 10 minutos ou de 5 horas...
Eu não tenho problema com imprevistos. Até os entendo. Só peço um telefonema.
Como diz minha mãe, o combinado não é caro. É simples...
E como eu sofro com este problema...
É... eu prefiro tudo ao atraso. Tudo, menos esperar!